Essa é uma dúvida muito comum para quem trabalha com Marketing Digital: as redes sociais influenciam no SEO do site?

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A dúvida é compreensível, pois a maneira como o algoritmo do Google determina o posicionamento dos sites nos resultados da busca é sempre uma incógnita. É claro: o buscador não quer entregar de bandeja sua “fórmula mágica”.

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Porém, o mercado de SEO está sempre tentando desvendar os fatores de ranqueamento do Google, e os sinais sociais já foram alvo de diversas pesquisas.

Afinal, qual o papel das redes sociais no ranqueamento da busca? Vamos esclarecer essa dúvida neste post! Ficou curioso? Então acompanhe!

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O que o Google diz

Matt Cutts, engenheiro de software do Google, publicou um vídeo em 2010 para explicar algumas diretrizes do buscador em relação às redes sociais.

Segundo ele, as redes sociais não são um fator de ranqueamento confiável para o Google considerar em seu algoritmo. Principalmente, são essas as características do conteúdo social que impedem o buscador de indexá-lo:

  • Volume: são tantos conteúdos publicados diariamente no Facebook, no Twitter, no Instagram etc. que o robô não seria capaz de indexar tudo;
  • Privacidade: existem muitas publicações restritas (como em um perfil ou grupo privado no Facebook) que impediriam a indexação;
  • Volatilidade: os conteúdos e os relacionamentos nas redes sociais são modificados ou excluídos a qualquer momento, e o robô não acompanharia essa inconstância.

Portanto, está claro: o número de curtidas na sua fan page no Facebook ou de seguidores no Twitter, por exemplo, não influencia no posicionamento do seu site.

Ainda assim, Matt Cutts esclarece: o canal social é visto como qualquer outra fonte de tráfego da web.

Então, se uma página recebe muitos backlinks rastreáveis de redes sociais (assim como pode receber de outros blogs ou sites), ela passa a ser considerada relevante pelo Google.

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O que o mercado diz

O próprio engenheiro do Google afirma que as redes sociais não entram no ranqueamento. Ok, mas isso não quer dizer que os profissionais de SEO não continuariam intrigados com o assunto.

Estudos de empresas especializadas, como a Moz e a Search Metrics, tentam desvendar os fatores de ranqueamento que o Google não revela.

Porém, essas pesquisas apresentam apenas dados de correlação, e não de causalidade. Ou seja, elas revelam as características em comum das páginas com bom desempenho, mas não necessariamente as causas para isso.

Por exemplo, uma marca tem bom ranqueamento no Google e tem muitos seguidores no Twitter. Mas isso não significa que a autoridade na rede social influencia no posicionamento.

Nesses estudos, testes de correlação perceberam alguns sinais sociais relevantes, como o número de posts com backlinks para elas ou a autoridade das contas que criam os backlinks.

Mas, veja bem: esses fatores são apenas correlatos, não necessariamente causais. O número de backlinks, por exemplo, confirma o que Matt Cutts disse, mas a autoridade das contas talvez não seja um fator de ranqueamento.

Fonte: Resultados Digitais